Um mergulho nos labirintos da mente humana, oscilando de forma melancólica entre a lucidez e o sofrimento associado à esquizofrenia com uma honestidade crua e fracturante sobre a efemeridade da vida, a solidão, a finitude e as batalhas íntimas contra crises de saúde mental e impulsos suicidas entre indagações existenciais e referências a Descartes e Kierkegaard num mundo cheio de incompreensão.
SOBRE O AUTOR
Tiago Gaspar nasceu em Leiria em 1999. Começou a escrever, aos 16 anos, com uma carta de amor a uma miúda da escola secundária, depois inscreveu-se no curso de filosofia na universidade de Coimbra. Entrega-se a devaneios com os pés assentes na terra e já escreveu para o jornal local, tem dois livros independentes publicados, fez também exposições em vários sítios icónicos de Leiria, inclusive no museu MIMO, esteve em vários eventos de slam poetry, incluindo um a convite do rapper português Valete.
96 páginas
Capa; Cöbramor
Revisão: Príncipe Anarquista

