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Textura Grunge Monocromática

Autores

Raoul Vaneigem

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No final de 1960, Raoul Vaneigem foi apresentado a Guy Debord por Henri Lefebvre. Pouco depois, juntou-se à Internacional Situacionista, que Debord e os seus camaradas de armas tinham fundado pouco antes, e permaneceu no grupo durante toda a década de 1960. Há um fundo de verdade na visão estereotipada de que Debord e Vaneigem, como dois líderes da IS, representavam dois pólos opostos do movimento: o Debord objectivo versus o Vaneigem subjetivo: o marxismo versus o anarquismo: a cerebralidade gelada versus o sensualismo: e , é claro, A Sociedade do Espetáculo versus A Revolução da Vida Quotidiana – os dois principais livros programáticos da IS, ambos publicados em 1967, cada um servindo à sua maneira para acender e colorir o Maio de 1968 em França.

Chia Tao

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Chia Tao foi um poeta da Dinastia T’ang Intermédia. Nasceu numa família pobre perto do que é hoje Pequim e tornou-se um monge poeta Ch’an (Zen) ainda muito jovem, com o nome religioso Wu-pen. Embora exista apenas escassa informação biográfica sobre os seus dias monásticos, a biografia oficial dá conta de que, após chegada à capital oriental Lo-yang, Chia Tao escreveu um poema como forma de protesto contra o recolhimento obrigatório a que os monges estavam sujeitos depois do meio dia. O poema reuniu a simpatia do eminente poeta confuciano Han Yu (768-824) o que levou a que se tornasse o mentor de Chia Tao.

Guy Debord

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Guy Debord (1931-1994) foi um escritor francês, teórico marxista, filósofo, cineasta e fundador da "Internacional Situacionista" – grupo de intelectuais críticos da sociedade da época.

Autor do livro “A Sociedade do Espetáculo”.​​

Alice Becker-Ho

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Alice Becker-Ho, também conhecida como Alice Debord (nasceu a 6 de agosto de 1941), é uma intelectual francesa natural da China, intimamente associada à Internacional Situacionista. Entre outras obras, ela escreveu poesia, um estudo académico sobre o calão e um livro de memórias de viagem. Viúva de Guy Debord, é mais conhecida por ser a editora das suas cartas completas, publicadas em oito volumes.

Carla Moreira

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Carla Moreira é poetisa, actriz e intérprete de poesia. Nasceu em Lagos e fez teatro no T.E.L, no Ideias
do Levante e integrou o grupo de poesia “Trupe Barlaventina” e a performance poético-musical “EVento Levante”, declamou no evento bilingue “Casa dos Poetas”, em Silves, entre outras colaborações.
Publicou na antologia “Fragmentos de Emoção” e actualmente, participa em suplementos e revistas de poesia e co-fundou o projecto de performance poética “Poetas do avesso”, com a temática sedutora e mordaz da poesia erótica, satírica e burlesca.

António Hess

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Suave menestrel da Beira, antropófago semiótico, acrólogo da maledicência. Humano por definição, místico por vocação, está a instigar, desde 2017, este culto intitulado HOPENTOTEN.

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Tradutor de Ezra Pound "Fazendo Inimigos" na Língua Morta.

M. T. Evans

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Poeta californiano da geração de 50, na linha Bukowski que se mudou para Tavira em 2018.

Vítor Belanciano

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Jornalista, crítico cultural, cronista, autor, com formação em antropologia e sociologia, esteve cerca de vinte e cinco anos no jornal Público, ao mesmo tempo que foi sendo DJ, actor, cientista social ou professor. 

Editou o livro Não Dá Para Ficar Parado – Música afro-portuguesa; Celebração, conflito e esperança, em 2020. Tem inúmeros artigos ou ensaios, de análise cultural e sociedade, publicados em livros, antologias – de Ten Cities (2020) da Spector Books, a Quando a periferia se torna trendy (2021), ou Lisboa Mistura (2008) – revistas, jornais e plataformas. 

O seu trabalho concentra-se em reflexões culturais (música, artes, literatura), questões sociais mais amplas ou interacção entre política, cultura e movimentos socioculturais. Participa regularmente em seminários, debates e conferências. Vive em Lisboa.

Patti Smith

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Patti Smith é escritora, poeta e artista musical e visual. Começou a ser reconhecida nos anos 70 ao fundir a poesia com o punk.
Foi galardoada com o PEN/Audible Literary Service Award e com o National Book Award.

“Horses”, o seu disco mais emblemático, tem como capa, uma foto sua tirada por Robert Mapplethorpe. “Apenas Míudos” é o seu livro em prosa que documenta esse período, cujos textos estão presentes neste “Primeiros Trabalhos 1970-1979”.

Rafaela Jacinto

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Rafaela Jacinto é artista, activista e queer desobediente do teatro e da escrita. "A música está na minha cabeça" é o seu terceiro livro, depois de o “Regime” (2020) e “Fiz Uma Coisa Má” (2021) ambos editados pela Douda Correria.

Nasceu em 1994 nas Caldas-da-Rainha, licenciou-se em Teatro pela Escola Superior de Teatro e Cinema (2016) e é especialista em História e Cultura das Religiões pela Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa (2019). Estudou ainda Cinema Documental e trabalhou na última década com os realizadores Joaquim Pinto e Nuno Leonel.

cobramor

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Cobramor é um escritor inflamável, tradutor combustivo, editor ígneo e sedicioso cultural.

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Publicou o seu primeiro livro, O Fim da Noite em 2016 pelas Publicações Nabo e em 2022 Sol Invicto, pela Traça Edições. Editou um livro infantil pela Toth, intitulado O Atlas do Coração, assim como o seu terceiro livro "sutra do deserto", um poema longo escrito ao ritmo do free jazz com várias leituras possíveis e inspirado na desertificação das paisagens naturais.


Premiado no concurso Lisboa à Letra em 2004 e em 2006 obteve uma menção honrosa no concurso Textos de Amor da Casa da Imprensa. Desde então tem escrito para diversas publicações, quer nacionais, quer internacionais, desde o suplemento do jornal Público até ao Bandcamp, passando pela revista DIF, Palavrar, Mapa, Umbigo, Gerador e Vice.


É tradutor e editor na Traça Edições e fez também traduções literárias de nomes como John Zerzan, Robert Frost, Patti Smith, Bill Wolak, Kate Tempest ou Gary Snyder.

Conta com participações em diversos eventos literários, como a Feira do Livro de Lisboa, o Festival Conexões Atlânticas ou o Encontro de Poesia Peninsular.


Programador cultural na associação cultural CAL, tendo sido o criador do Clube dos Poetas Tortos que vai na sua quarta edição, assim como responsável pela curadoria do evento Casa dos Poetas em Silves, único festival anglo-lusitano de Portugal e colabora com o festival ConVento Levante.


Tem também vários projectos de spoken word sobre improvisos sónicos.

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